Sônia Lupion Ortega — SOL
Palavras que não gritam — mas permanecem.
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Candeeiros acesos

 

Quem ousou apagar as luzes da minha alma?

Você destruiu meus jardins

Com sua foice afiada

Seu enxadão devastador

Arrancou cada raíz,

da minha plantação

de amor...

 

Você não sabe que minha terra é fértil?

Meu jardim voltará a florir na primavera

Semearei meu solo,

Nenhuma erva daninha, há de entrar novamente.

Porque existe uma Clarabóia dourada

protegendo meus canteiros...

ELE, deixa acesas suas luzes

para quem quiser dela banhar-se...

 

...E eu possuo um candeeiro aceso na alma,

uma janela aberta para a liberdade de um jardim...

Porque:

{Tenho aqui comigo, o sorriso doce de uma criança,

posso esconder meus dedos por meus cabelos

e deixar a vida fluir}.

 

 

 

 

 

Sônia Lupion Ortega Wada SOL
Enviado por Sônia Lupion Ortega Wada SOL em 08/12/2008
Alterado em 02/05/2025
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