Sônia Lupion Ortega — SOL
Palavras que não gritam — mas permanecem.
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Rosa Humana
"Se toda palavra for canção Nossa boca será, sempre, um colibri Beijando as rosas humanas nesta existência breve."

               Edson Gonçalves Ferreira


Apassarinhei-me, sou colibri
Beijo-lhe as mãos, suas santas mãos,
para que elas continuem mudando nosso
viver:  em versos, em prosas, em rosas...
Beijo-lhe a face para que sintas
o sabor da canção que meus lábios
cantam para alegrar suas manhãs,
Beijo-lhe o coração,
para sentir o pulsar da vida;
Beijo-lhe os pés para caminharmos
juntos..alçando vôos
Beijando as Rosas Humanas
que a vida nos dá de presente.
Você tão presente, deixas tanto
de ti em mim.




Sônia Lupion Ortega Wada SOL
Enviado por Sônia Lupion Ortega Wada SOL em 09/10/2007
Alterado em 29/10/2007
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