Sônia Lupion Ortega — SOL
Palavras que não gritam — mas permanecem.
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Segredos das Cerejeiras

 

A brisa da tarde acariciava a pele com delicadeza. Caminhei entre cerejeiras em flor, e suas pétalas, que caíam em silêncio, pareciam murmurar segredos antigos. Era como se o tempo, ali, deixasse de correr e passasse a fluir de maneira sutil, com a suavidade das flores que se entregam ao vento.

 


Fotografias: acervo pessoal da autora


 

Chuva de pétalas.

Silêncio entre duas almas —

flores no olhar.

— Sônia


 

 

 

Sônia Lupion Ortega Wada SOL
Enviado por Sônia Lupion Ortega Wada SOL em 08/05/2025
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