Sônia Lupion Ortega — SOL
Palavras que não gritam — mas permanecem.
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Quando o Azul me Abraça

 

Quando azul me abraça,

o mundo desacelera.

O tempo escorre em silêncio,

como se o céu me esperasse.

 

Não é só cor —

é memória e mistério.

É o sopro leve de um consolo antigo,

um afago que vem sem aviso.

 

Quando azul me abraça,

minhas dores se recolhem,

e a alma respira fundo.

É como rezar sem palavras.

 

Azul me veste de esperança,

me cobre com o manto da calma,

e por um instante,

sou abrigo e sou abrigo.

Sônia Lupion Ortega Wada SOL
Enviado por Sônia Lupion Ortega Wada SOL em 25/05/2025
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