Sônia Lupion Ortega — SOL
Palavras que não gritam — mas permanecem.
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Presente de ClaraLuna
De   : ClaraLuna
Para : Sônia Ortega

Linda Flor de Cerejeira
Que gera uma outra flor,
Quero nesta terça-feira,
Reafirmar-te meu amor

Boneca de Porcelana
Encanto dos olhos meus
Com fio de filigrana
Desenhou-se os olhos teus
És poeta, mãe, amiga
Vim aqui pra ti ninar
Enquanto dormes querida,
Até ver-te despertar

Tu que vives no futuro
Difícil de se explicar
Um bom dia eu te auguro
Com essa canção de ninar


De   : Sônia
Para : Clarinha, Veinha querida

A terça-feira está tinindo
Rouxinol e Sabiá
já afinaram os gogós
E a linda Poetisa do ocidente
Com todo seu sentimento
Cantou, cantou, cantou

Aqui no Oriente
Bebi sua poesia
embriaguei-me de alegria
E os pássaros em coro
Cantam em harmonia
com a doce Clara,
Pérola da manhã
Senhora da Poesia

Clara, Clara
Tudo se aclara sobre
a luz do teu olhar
Clara, Clara
Tudo é amor
com a sua companhia

Clara, Clara
Quero cantar-te
meu amor
Abra janela mãezinha
O vento leva em mãos
voz do meu coração
E todo meu bem querer.


Ulli, minha mãe, minha amiga
Obrigada por me fazer feliz.
Obrigada por seu amor
Obrigada por existir.








Sônia Lupion Ortega Wada SOL
Enviado por Sônia Lupion Ortega Wada SOL em 21/05/2008
Alterado em 21/05/2008
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